quarta-feira, janeiro 09, 2008

...dos anos e das horas

imagem: magritte

Um poema novo
Pra uma vida nova
Começo de tudo
Da liga que sobra

***

Ano que vai
Ano que vem
Volta meu nome
Não me chamo
Ninguém

***

Vida de bambina
Dá samba e serpentina
Só não dá mais a boneca
Que esqueceu lá na esquina

***

Daí né...

Quando a gente aperta a poesia o extrato é beleza da mais pura.
E há quem diga que beleza é áspera.
Há também os que dizem ser feltro.
Eu não digo nada.
Mas vejo.

Óh belezura sensata!

Um comentário:

Leozito Cabrito, o herói do Sertão disse...

Adoro Magritte